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Marianne


Viajando na biblioteca da minha faculdade, entre as prateleiras de Filosofia, resolvi escolher um livro meio ao acaso, o pouco que li, ali mesmo, foi o suficiente para que fosse invadida minha alma por quatro ventos de emoções, vou escrevendo alguns versos que me fascinou aqui, ao decorrer da minha leitura.

O livro chama “Máximas de Epicteto”, tradução feita por Alberto Denis.


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Guarda-te de exaltar os teus feitos no comércio comum com os homens, pois se sentes grandes prazer em narrá-los, nenhum sentem eles em ouvi-los. (Página 9)

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Nunca te vanglories do que de ti não depende. Se um cavalo pudesse falar e dissesse: Sou formoso, seria suportável. Mas que digas tu com vanglória: tenho um formoso cavalo, não. De pouco te envaideces, já que tomas parte apenas no mau uso que fazes da tua imaginação. Quando a usares, sem contrariar a natureza, poderás gloriar-te, porque te gloriarás de um bem que é teu. (Página 11)

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Não pretendas que as coisas sejam como as desejas. Deseja-as como são. (Página 14)

(continua...)
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