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Marianne

ESTÉTICA

A palavra estética vem do grego aisthesis, com o significado de “faculdade de sentir”, “compreensão pelos sentidos”, “percepção totalizante”. A ligação da estética com a arte é ainda mais estreita se se considera que o objeto artístico é aquele que se oferece ao sentimento e à percepção. Por isso podemos compreender que, enquanto disciplina filosófica, a estética tenha se voltado para as teorias da criação e percepção artística.

Estética é um ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte. Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como: as diferentes formas de arte e da técnica artística; a idéia de obra de arte e de criação; a relação entre matérias e formas nas artes. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do sublime, ou da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
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O artista é criador de coisas belas.
Revelar a arte e ocultar o artista é a finalidade da arte.
O crítico é aquele que pode traduzir, de um modo diferente ou por um novo processo, a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, como a mais baixa, das formas de crítica é uma espécie de autobiografia.
Os que encontram significações feias em coisas belas, são corruptos sem ser encantadores. Isto é um defeito.
Os que encontram belas significações em coisas belas são cultos. Para estes há esperança.
Existem os eleitos para o quais as coisas belas significam unicamente Beleza.
Um livro não é, de modo algum, moral ou imoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo.
A aversão do século XIX ao Realismo é a cólera de Calibã por ver o seu rosto num espelho.
A aversão do século XIX ao Romantismo é a cólera de Calibã por não ver seu próprio rosto no espelho.
A vida moral do homem faz parte do tema para o artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. O artista nada deseja provar. Até as coisas verdadeiras podem ser provadas.
Nenhum artista tem simpatias éticas. A simpatia ética num artista constitui um maneirismo de estilo imperdoável.
O artista constitui um maneirismo de estilo imperdoável.
O artista jamais é mórbido. O artista tudo pode exprimir. Pensamento e linguagem são para o artista instrumento de uma arte.
Vício e virtude são para o artista materiais para uma arte. Do ponto de vista da forma, o modelo de todas as artes é a do músico. Do ponto de vista do sentimento, é a profissão do ator.
Toda arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo.
Os que buscam sob a superfície, fazem-no por seu próprio risco.
Os que procuram decifrar o símbolo, correm também seu próprio risco.
Na realidade, a arte reflete o espectador e não a vida.
A divergência de opiniões sobre uma obra de arte indica que a obra é nova, complexa e vital.
Quando os críticos divergem, o artista está de acordo consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem por haver feito uma coisa útil, contanto que não a admire. A única desculpa de haver feito uma coisa inútil é admirá-la intensamente.
Toda arte é completamente inútil.

[Oscar Wilde]
Marianne

Projeto de Estágio com os Alunos do Ensino Médio – Etapa II
Temática: “Relações do humano com o mundo: as possibilidades dos conhecimentos”

Subtema: “Concepções e experiências dos conhecimentos e suas verdades”

03/10/2011 – 6º Encontro

Sociedade e Cotidiano
(Ciência e Tecnologia)
Marianne e Donizete

A Sociedade e o Cotidiano entre os avanços tecnológicos e científicos
Parte I

Sociedade è Conjunto de indivíduos que vivem sob as mesmas normas e das relações entre eles.

Estamos vivendo a era da sociedade da informação, gestada pelas grandes descobertas tecnológicas no campo da automação, robótica e microeletrônica, que transformaram de maneira radical todos os setores de nossas vidas: a influência da mídia e da informática acelerou o processo de globalização, a partir de uma rede de comunicação que nos coloca em contato com qualquer lugar no mundo. (...) e uma nova cultura, a cultura da virtualidade real. (MARTINS&ARANHA 2003 p.26-7)

Vivemos em uma época em que nosso planeta é rodeado por satélites que mapeiam o mundo inteiro e nas ruas carros que mapeiam através de fotografias todas as cidades para serem exibidas no mesmo mapa. Podemos viajar pelo mundo através de um computador e conhecer pontos turísticos detalhadamente sem sair de casa; o que anteriormente era para nós histórias em quadrinhos, hoje se tornam realidade, porém nossa privacidade está cada vez mais ameaçada, pois vivemos na sociedade da cibercultura, em que tudo e todos são exibidos em tempo real no ciberespaço, ou seja, fotos, vídeos, particulares ou não, são exibidas para um público mundial na internet.

Surge também uma nova linguagem em que as abreviações das palavras são usadas frequentemente comprometendo a escrita dos indivíduos, em alguns casos o uso da língua inglesa, para algumas expressões, também são usadas, como em jogos virtuais online, por exemplo.

A sociedade virtual também afeta valores psíquicos dos indivíduos, como o desinteresse de sair de casa para ficar na internet, o anti-socialismo, é notável que muitos jovens prefiram ficar em casa no mundo virtual, que é um mundo que o isola do mundo real, do que sair e estar praticando um esporte com os amigos ou passear com os mesmos.

Notamos que os indivíduos socializam-se mais através das redes virtuais, muitos usam de máscaras para tal socialização, os chamados “fakes” do inglês “falso”, por isso a rede virtual tem seus perigos, como por exemplo, atrair o indivíduo para um crime, um seqüestro, pedofilia, etc.

Essa rede interativa parece não conhecer limites. Até que ponto estaremos “seguros”?
Marianne

INTRODUÇÃO A FILOSOFIA

FILO = AMOR    +   SOFIA = SABEDORIA è AMOR A SABEDORIA


Platão (em grego: Πλάτων, transl. Plátōn, "amplo", Atenas, 428/427 – Atenas, 348/347 a.C.) foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental.

O MITO DA CAVERNA

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.
SIGNIFICADO

O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.
Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência, isto é, do conhecimento abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias - um mundo real e verdadeiro - e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo das coisas sensíveis - este mundo -, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, não são perfeitas como as coisas no mundo das idéias e, por isso, não são objetos suficientemente bons para gerar conhecimento perfeito.
Marianne

O ALUNO SURDO EM ESCOLA REGULAR

O foco do texto trabalhado é problematizar a questão da construção da identidade do individuo surdo diante de sua inserção em sala de aula do ensino regular, com companheiros ouvinte. Cada indivíduo reconhece no outro um ser humano e é assim reconhecido por ele – sozinhos certamente não podemos ver reconhecida nossa humanidade, consequentemente não nos reconhecemos como humanos. Ter uma identidade humana é ser identificado e identificar-se como humano!

A identidade carrega consigo a historia. Dessa forma, considera que não há personagens fora de uma história, assim como não há historia sem personagens.

Temos o exemplo de Ricardo, na infância, as dificuldades eram muitas, ele não era considerado pela família como membro desta, não havia uma comunicação estabelecida entre seus familiares e ocorria uma construção de identidade baseada naquilo que ele não é, ou seja, ouvinte.

Mas ele conhece a Comunidade Surda de diversos lugares, viaja, identifica-se com Surdos usuários da língua de sinais e é reconhecido e valorizado pela comunidade como pessoa Surda.

O estudo de Perlin contribuirá ao enfocar as dificuldades de identificação dos sujeitos surdos, as relações de poder que afetam as identidades assumidas pelos surdos, compreendendo de forma abrangente a problemática da identidade.

A linguagem ocupa papel central no desenvolvimento humano, pois é na linguagem que se torna possível significar o mundo, as ações, as pessoas, e é baseando-se nessas significações que podemos construir sempre novos conhecimentos, inclusive sobre nós mesmos. Por meio da linguagem podemos modificar o mundo e sermos modificados por ele. É nas relações sociais, nas intervenções das pessoas, principalmente pela linguagem, que o desenvolvimento ocorre.

Molon afirma que o eu se constrói na relação com o outro, num sistema em que a palavra permite o contato social ao mesmo tempo em que é constituinte do comportamento social e da consciência. Este reconhecimento eu-outro ocorre ela interação entre os sujeitos.

Na concepção de inclusão que se concretiza pela inserção de alunos com necessidade especiais na sala regular, a criança surda estabelece relações com pessoas ouvintes que partilham entre si uma mesma língua. Os alunos surdos são prejudicados no que se refere ao compartilhar uma língua, não podendo vivenciar amplamente a polissemia desta, tão rica e importante para sua constituição como sujeitos.

Tratando de surdos de modo igual a todos os outros alunos, como se fosse portanto, ouvinte. Desta forma, a inclusão lida com a surdez simplesmente negando-a, considerando-as ouvintes e tendo-as somente como “corpo-físico”.

É nas relações sociais, nas vivencias e experiências partilhadas com os outros que nos constituímos sujeitos, nos tornamos nós mesmos. Somos ao mesmo tempo sujeito social e individual.

O espaço escolar passa a admitir que outra língua circule no meio acadêmico (língua de sinais), além daquela de domínio do grupo majoritário (ouvinte). O Surdo é, então, valorizado em sua língua, e um interprete (competente em sinais) é quem propicia seu acesso aos conhecimentos acadêmicos.

O modo como a escola está levando pedagogicamente não leva em conta a surdez e sua complexidade, não atendendo, assim, às necessidades dos surdos.

Acompanhamos a experiência de inserção de uma criança surda acompanhada de uma interprete, em uma sala de ensino regular. Nesta pratica educacional, o único interlocutor que tem semelhanças com a criança surda é a interprete.

O sujeito focalizado, Gu, é uma criança que nasceu ouvinte e aos 3 anos apresentou um quadro de meningite que deixou como seqüelas uma perda auditiva bilateral profunda, além de algumas alterações neurológicas em todo em céfalo, que limitaram o desenvolvimento de sua oralização e de habilidades para leitura orofacial. Ele não faz uso de prótese auditiva por opção própria. Por volta dos 6 anos, entrou em contato com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) por intermédio de sua fonoaudióloga, e mostrou boa aceitação e envolvimento no seu uso. A família também se interessou em aprender a Libras e o convício familiar alterou-se positivamente a partir do uso dessa língua.

O currículo escolar está preparado e pensado para crianças ouvintes, contemplando conteúdos pedagógicos amplos, envolvendo também música e arte. O ato de escutar musica e sentar em roda para cantar é um ritual comum entre ouvintes. O aluno surdo é chamado a participar, mas esse convite parece desconsiderar sua condição de “não ouvinte”. A interprete pede para que Gu coloque a mão sobre as caixas de som para sentir as vibrações e ele começa a fazer umas “batucadas”, e o aluno surdo comporta-se como um ouvinte que possui interprete e assume uma identidade de ouvinte.

A diferença deveria ser tratada com mais ousadia, sem medo de criar no aluno uma “imagem negativa”, já que a surdez é real e merece ser enfrentada. Em vez disso, o que se observa em muitos momentos são tentativas de torna-los ouvintes, buscando o apagamento da questão da diferença. Tornar o surdo ouvinte resolve aparentemente o problema da escola, pois, dessa forma, ela não precisa lidar com a diferença e com as dificuldades que esta acarreta.

A proposta de inclusão/inserção de alunos surdos está em curso. A questão de inclusão é significativa, justamente porque, como uma política oficial, tem sido vista positivamente por que a prega e se tem revelado como uma realidade mascarada para quem a vive, precisando urgentemente ser repensada.

A inclusão de crianças surdas desde as séries iniciais pode trazer conseqüências sérias para o processo de aprendizagem. A escola recebe a criança em um momento fundamental de sua constituição enquanto sujeito e seria importante o contato com outros surdos. Para uma criança em formação, essa situação criada em torno de uma ilusória inclusão pode ser bastante complexa e prejudicial.

È preciso que as políticas de inclusão abracem utopias e que a escola verdadeiramente encare os problemas de modo que os contemplo em sua totalidade. Dessa forma, a constituição dos sujeitos surdos poderá fluir a partir das relações surdos-surdos, surdos-ouvintes, criando possibilidades que incluam a condição cultural.
Marianne
Confesso que não sou muito adepta de ficar na frente de uma televisão ou com a cara atrás de um jornal, pra me manter 100% atualizada. A mídia se tornou o foco de toda sociedade, pois a sociedade em si é foco da mídia, como se fosse um espelho refletindo a imagem da coisa em si. Mas a divulgação dos acontecimentos sempre está na ponta da língua do povo, é inevitável fugir da mídia como é inevitável fugir da sociedade. Não é muito da minha índole comentar um fato, erguer a bandeira, vestir a camisa e sair por ai revolucionando com um pensamento, além do mais, o que refleti sobre isso não é nada novo.

O que me deixou pasma foi a brincadeira das pulseiras de silicone. No meu tempo (frase de velha) essas pulseirinhas eram moda, era em meados do ano de 2004 á 2005, mas não tinha um pingo de intenção atrás disso, e se alguém estourasse uma, saia briga (afinal, pagávamos R$ 0,25 por cada) e não sexo ou estupro.

Ironias a parte. Eu pessoalmente, como planejo ser educadora, professora e mãe, não posso deixar passar como um fato qualquer isso, pois é absurdo ver os adolescentes se submeterem á uma simples tirinha de silicone no braço, a escolha do sim e do não está na consciência, seja com ou sem uma porcaria de pulseira no braço. Então surge a questão e a afirmação, eles têm apenas treze anos, como fazer com que eles tenham a consciência disso? A partir do momento que entende muito bem sobre sexo, pode ter certeza que entendem muito mais do que imaginamos, o problema maior é que tratamos os jovens como se fossem crianças de quatro anos, evitamos dar uma educação mais rigorosa em termos de consciência e responsabilidade, do que ver que atualmente a mente de um jovem funciona como a de um adulto. Até quando vamos fugir para a desculpa de que “é perigoso sobrecarregar o psicológico de uma criança” com uma educação mais firme, achando que isso pode causar frustrações futuras nelas? Poxa, elas já são frustradas, ou uma adolescente de 13 anos estuprada por quatro jovens não é frustração? Se isso não frustra os jovens, eu fico frustrada por eles então!
O ruim é que na adolescência todos caminham onde a “massa” caminha, se a maioria fizer uso de tal acessório, o individuo também começa a fazer uso, ainda mais quando colocam uma intenção atrás do uso. Não que no mundo adulto seja muito diferente, mas a noção de causa e consequência é bem clara. O adolescente busca sempre ser o centro das atenções, penso que ao consumir a pulseira com uma intenção, ainda mais quando essa intenção envolve inúmeros fatores, sendo eles a estética e o sexual, torna-se um meio de “testar” essas atenções, pois o valor nessa idade está no “quão desejado você é”.

Proibir a venda do acessório não é a solução, pois a intenção permanece, os adolescentes são criativos demais, ainda mais quando se diz respeito aquilo tudo que eles aprendem que é proibido. Anula aqui - eles inventam outra ali.

A educação da sociedade atual se dirige tanto ao capitalismo que se esquece de dirigir o indivíduo á consciência de suas ações, é sempre mais fácil por a culpa em algo como um pedaço de plástico, do que assumir que há uma imensa lacuna na educação que deixa passar inúmeros acontecimentos que prejudica o indivíduo, refletindo que, a sociedade é feita pela soma desses indivíduos, então até onde essa sociedade irá caminhar com um bando de indivíduos que pensam pela massa e não por si mesmo? - Isso já nos leva a uma outra reflexão sobre massa e indivíduo.

Nos tempos não tão antigos assim, se alguém chegasse e falasse “quero te comer”, era um desrespeito moral e ético, agora isso virou sinônimo de elogio. Então, como atuar em uma sociedade em que o sexo sem responsabilidade já começa na infância? Ou tornamos nossas crianças conscientes das causas e conseqüências, ou sentamos em nosso sofá, ligamos nossa TV e ficamos assistindo o índice de impudor ao menor aumentando, seja dele mesmo ou de outrem.

Enfim, voltamos ao ditado que nossos pais sempre falavam “as brincadeiras acabam em brigas!”. Mas eu acredito que através da educação é possível diminuir essa lacuna que há na sociedade brasileira e nela própria como já mencionei, e digo sociedade brasileira porque temos que cuidar primeiro do nosso espaço, pra depois querer cuidar do espaço dos outros (dá-lhe Obama!). Logo, logo aparece mais uma “novidade assustadora” em nossos meio de comunicação.