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Marianne
Eu desenho seu nome no vento para que ele vá embora
E leve todas as cicatrizes e sangue que você deixou
Deixou quando resolveu partir e me deixar para trás
Sim, você me traiu e jogou seus dados sobre mim
O abandono é pior que um tiro no peito
E você atirou em meu coração
Não sei mais se amo você
Mas tenho certeza que te odeio
Sem lágrimas, não derramarei mais nenhuma
Por tudo o que vivemos
Por todos os risos sorridos
Você me enterrou com suas palavras de adeus
E eu falei que te encontraria um dia perdido por ai
Mas eu sei que esse dia nunca chegará
Então suponho que você arrume alguém que te ame mais que eu
Mas sei o quão difícil isso é para você
Não era fácil lidar com seu temperamento
Eu era a única que te suportava pois estava cega
E não via que por trás do seu sorriso haveria um demônio
Sem mais palavras... seguirei um novo rumo
Até cruzar seu caminho novamente e ter superado essa dor
Marianne
















O silêncio fala mais alto agora, não temos motivos para sermos estranhos um ao outro, essa vida é única e única é a certeza de que iremos morrer, mas vivemos como imortais... Eu me assustei com sua face, você sabia melhor que eu que no final destruímos aquilo que mais amamos. Pegue na minha mão e vamos terminar com esse jogo, cada um do seu lado e um adeus abrindo um abismo entre nós... Você está tão estranho que nem consegue mais disfarçar, mas eu estou bem, tudo o que eu precisava eu tenho em mãos. Mais uma xícara de café meu caro, preciso de muita cafeína para acordar desse pesadelo e fingir que tudo está bem, sorrir e acenar como se eu fosse perfeita, pois eles estão cobrando a sua perfeição e é só isso que todo mundo procura um no outro: a perfeição. Queria estar do seu lado, mas quando lembro do que eu passei, eu me envolvo numa bolha e me isolo do mundo... Queria que essa vida acabasse logo.
Marianne



Há pessoas que são tão doentes por serem sozinhas, por não terem com quem compartilhar sua vida, que qualquer lixo que apareça na frente, que dê alguma oportunidade – já fica comendo na mão.

Pessoas que não são capazes de viverem consigo mesmas, sempre estarão com más companhias.
Abandonam os amigos e se tornam escravos, se mandarem comer merda, come!

Lembro certa vez de madrugada quando você jogou o carro na frente de um caminhão, eu não senti medo, porque confiava em você, e naquele dia eu não errei, mas depois eu pensei e vi o tamanho do risco que eu corri ao seu lado.

Sabe, é difícil me aturar, mas você já parou pra pensar no que eu já te aturei? Nos riscos que eu corri ao seu lado e ainda sim permaneci saindo contigo? Consegue ver a gravidade das coisas?

Se você está amando, tudo bem, é seu direito, mas isso não justifica o fato de você me ignorar como se nunca tivéssemos nos conhecido... Eu pedi desculpas, mas você não as aceitou, isso significa o quão manipulado você está sendo e eu lamento muito por isso, porque nunca imaginei que aquela pessoa que eu chamava de amigo fosse se tornar um cachorrinho de estimação de uma qualquer que surgiu do nada, se fazendo de coitada, que para mim não passa de uma interesseira barata que quer aproveitar de você até enjoar, até ver que não precisa mais de você.

Talvez tivesse que ser assim mesmo... Eu reconheço os meus erros, não fico lamentando e jogando na cara tudo o que você fez de ruim para mim, porque eu considero as coisas boas, já você pouco se importa com o que eu já suportei de você.

Espero que quando você enxergar a gravidade das coisas, não seja tarde demais, pois não vou esperar a vida toda pelas suas desculpas.
Marianne



Nunca fui boa em lidar com as pessoas, quando eu era criança eu queria ser tudo, menos criança e por isso andava só no meio dos adultos... Cresci como os adultos: ciumentos, egoístas e manipuladores.

Nunca soube lidar com as pessoas, volto a repetir isso, pois é como se eu carregasse essa culpa, pois sou radical nas minhas palavras quando estou chateada ou nervosa e por fim acabo afastando as pessoas que eu gosto... O medo de tê-las longe de mim faz com que eu as afaste definitivamente.

Tenho várias personalidades e elas se confundem em si, se alternam e isso me prejudica.

Mas eu tive que destruir com tudo, era a lei a cima de mim, sou sempre eu a correr atrás das pessoas, ouvi-las que querem se matar, que não sabem mais como viver, e eu ali segurando sempre como se tivessem a beira de um precipício, e quando sou eu que estou nesse precipício? Quem segura minhas mãos? Será que alguém me entende?

Quando as pessoas estão felizes elas não irão lembrar de você... Isso eu descobri de uma forma dolorosa.

Vou permanecer na solidão, eu cresci dessa maneira, é o que sou e não existe a hipótese de mudanças, pois essa já é minha essência.

Seja como for, não irei mais incomodar.
Marianne
Marianne
Marianne
Marianne
Marianne
Marianne
Apologias não irão te salvar, a vida não quer o seu suor, a vida não quer o seu trabalho, a vida não quer teu egoísmo, a vida quer o que eu tenho para te oferecer: amor!
Porque tenho andado pela mesma calçada que você e você mudou de lado? Quando te digo oi eu sinto que estou falando com um fantasma, me diga se te amar foi um pecado e assim poderás levar a minha redenção, a minha confissão de um crime, de uma banalidade.
Me crucifiquem, bebam o meu sangue e minhas lágrimas, porque eu amo e não consigo parar, és o meu veneno e a minha cura e por isso quero gritar essa dor que me separa de você.
Tire suas luvas, quero sentir o calor das suas mãos na minha pele, quero sentir o ar que sai dos seus pulmões como flores de primavera caindo pelo chão.
Olha para as minhas mãos e elas estão vazias enquanto a suas estão cheias, eu não pedi para crescer dessa maneira, eu não pedi para existir e muito menos para te conhecer, então o que devo fazer para me livrar de você?
Marianne
Marianne
Marianne


Já amanheceu e eu não quero ver a luz do sol
Dias que passam, noites em claro
E eu, eu estou presa na sua imagem
Ainda lembro do seu rosto delicado sem nenhuma expressão
Mas parecia que cumpriu todas suas missões
Estavas tão gelada como quem não quisesse partir
Eu toquei sua face, beijei sua testa, toquei suas mãos
Gelado, tudo estava tão gelado...
E quando chegou a hora de partir meu coração se quebrou
Eu te idolatrava como uma deusa
Mas você partiu e não retornará
Como uma pluma se perdendo no ar
Foi assim que você partiu
Sinto sua falta, sinto falta dos seus conselhos...
Sinto falta do seu sorriso e da sua braveza
Agora tenho que me adaptar com a ausência
Agora tenho que me adaptar com o seu silencio
Me salve aonde você estiver
Preciso da sua ajuda porque estou me afogando nesse poço
E meu coração se perdeu na escuridão
Me ajude onde quer que esteja
Minha querida vovó...
Marianne



Oh querido você não vê o quanto estou sofrendo
Eu sou uma idiota por você, uma idiota cega
Você me contagiou com o que você é
Me diz como eu faço pra mandar você embora
Sinto a vibração daquela musica ecoando pelo meu corpo e pela minha mente
Você me trata como a pessoa mais superficial que já conheceu
Para que tanta leviandade com quem te ama tanto?

As estrelas estão brilhando por nós
E o cosmos está girando deixando tudo de cabeça para baixo
Você roubou meu eixo, o meu equilíbrio e agora age como se eu não tivesse existido
Dia e noite você está preso na minha cabeça
E eu não sei o que fazer para te tirar daqui

Parecia ser fácil te abraçar e dizer adeus
Eu poderia ser mais do que você precisava
Eu só quero uma chance para mostrar o que você deixou para trás
As cachoeiras desabam em cima de mim e você está feliz
Super fonte de egoísmo e ganância de distancia de mim

Noite e dia você está poluindo meus pensamentos
Como um buraco negro sugando toda minha energia
E tudo está virando de cabeça para baixo
Nesse martírio de pensar em você
Me ensina a te mandar embora da minha cabeça!
Marianne


Eu pensei que seria fácil, parecia ser simples te deixar partir
Até que vi sua silhueta desaparecendo na multidão
Todas as minhas armaduras se quebraram
Todas minhas armas desapareceram
E eu me vi desprotegida diante de tudo e todos
Aconteceu muito rápido e nem notamos
Que as folhas secam no outono
E as memórias salientam-se cada vez mais
E as cicatrizes na minha pele vão se rompendo novamente
Eu queria conseguir te deixar partir
Você era muito para mim e eu percebi isso cedo
Quando éramos apenas amigos
Eu reconheço o meu lugar diante de você
E isso me machuca cada dia
Volta e me faça te odiar, me faça ter nojo de você
Pois só assim poderei ser livre para amar novamente
Marianne
Você já sentiu como se estivesse numa camada fina de gelo?
Você tem a certeza de que tudo irá trincar e você irá cair
Mas você continua, pois cada passo é um avanço mesmo correndo riscos
Estamos prestes a deslizar nessas águas frias antes do sol nascer
Me leve a algum lugar onde eu possa sentir que sumi
Me leve a algum lugar onde o inverno é mais frio
Eu quero um campo vazio pra gritar com todo meu pulmão
Gritar que amo você e sentir isso ecoando numa reação em cadeia
Quero vibrar todos os meus sentimentos em palavras
E acordar o mundo para o amor, para o nosso amor...
Marianne
Lembro do seu olhar tentando me dizer que queria que eu pedisse pra você ficar
Chegou tantos outonos e eu fiquei sozinha pegando as folhas secas no chão
Apenas me guarde dentro do seu coração, pois é lá que quero ficar
Quando o sol se por e não tiver mais ninguém por nós
Eu me lembro que você engoliu suas lágrimas para se fazer de forte
Eu estive lendo sua alma enquanto você dormia a noite
Pela manhã seus olhos abriam suavemente com o nascer do sol
Você esqueceu algumas bagagens antes de partir
Furou uma alma que vive a sangrar tentando ligar os pontos
Está em seus olhos toda a beleza
Então olhe pra mim e veja que o que você deixou foram apenas pegadas
E eu as sigo, eu as sigo, pois elas me levaram até você um dia
E antes que tudo acabe estaremos juntos vendo a primavera passar...
Marianne

INTRODUÇÃO A FILOSOFIA

FILO = AMOR    +   SOFIA = SABEDORIA è AMOR A SABEDORIA


Platão (em grego: Πλάτων, transl. Plátōn, "amplo", Atenas, 428/427 – Atenas, 348/347 a.C.) foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental.

O MITO DA CAVERNA

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.
SIGNIFICADO

O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.
Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência, isto é, do conhecimento abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias - um mundo real e verdadeiro - e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo das coisas sensíveis - este mundo -, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, não são perfeitas como as coisas no mundo das idéias e, por isso, não são objetos suficientemente bons para gerar conhecimento perfeito.
Marianne

O ALUNO SURDO EM ESCOLA REGULAR

O foco do texto trabalhado é problematizar a questão da construção da identidade do individuo surdo diante de sua inserção em sala de aula do ensino regular, com companheiros ouvinte. Cada indivíduo reconhece no outro um ser humano e é assim reconhecido por ele – sozinhos certamente não podemos ver reconhecida nossa humanidade, consequentemente não nos reconhecemos como humanos. Ter uma identidade humana é ser identificado e identificar-se como humano!

A identidade carrega consigo a historia. Dessa forma, considera que não há personagens fora de uma história, assim como não há historia sem personagens.

Temos o exemplo de Ricardo, na infância, as dificuldades eram muitas, ele não era considerado pela família como membro desta, não havia uma comunicação estabelecida entre seus familiares e ocorria uma construção de identidade baseada naquilo que ele não é, ou seja, ouvinte.

Mas ele conhece a Comunidade Surda de diversos lugares, viaja, identifica-se com Surdos usuários da língua de sinais e é reconhecido e valorizado pela comunidade como pessoa Surda.

O estudo de Perlin contribuirá ao enfocar as dificuldades de identificação dos sujeitos surdos, as relações de poder que afetam as identidades assumidas pelos surdos, compreendendo de forma abrangente a problemática da identidade.

A linguagem ocupa papel central no desenvolvimento humano, pois é na linguagem que se torna possível significar o mundo, as ações, as pessoas, e é baseando-se nessas significações que podemos construir sempre novos conhecimentos, inclusive sobre nós mesmos. Por meio da linguagem podemos modificar o mundo e sermos modificados por ele. É nas relações sociais, nas intervenções das pessoas, principalmente pela linguagem, que o desenvolvimento ocorre.

Molon afirma que o eu se constrói na relação com o outro, num sistema em que a palavra permite o contato social ao mesmo tempo em que é constituinte do comportamento social e da consciência. Este reconhecimento eu-outro ocorre ela interação entre os sujeitos.

Na concepção de inclusão que se concretiza pela inserção de alunos com necessidade especiais na sala regular, a criança surda estabelece relações com pessoas ouvintes que partilham entre si uma mesma língua. Os alunos surdos são prejudicados no que se refere ao compartilhar uma língua, não podendo vivenciar amplamente a polissemia desta, tão rica e importante para sua constituição como sujeitos.

Tratando de surdos de modo igual a todos os outros alunos, como se fosse portanto, ouvinte. Desta forma, a inclusão lida com a surdez simplesmente negando-a, considerando-as ouvintes e tendo-as somente como “corpo-físico”.

É nas relações sociais, nas vivencias e experiências partilhadas com os outros que nos constituímos sujeitos, nos tornamos nós mesmos. Somos ao mesmo tempo sujeito social e individual.

O espaço escolar passa a admitir que outra língua circule no meio acadêmico (língua de sinais), além daquela de domínio do grupo majoritário (ouvinte). O Surdo é, então, valorizado em sua língua, e um interprete (competente em sinais) é quem propicia seu acesso aos conhecimentos acadêmicos.

O modo como a escola está levando pedagogicamente não leva em conta a surdez e sua complexidade, não atendendo, assim, às necessidades dos surdos.

Acompanhamos a experiência de inserção de uma criança surda acompanhada de uma interprete, em uma sala de ensino regular. Nesta pratica educacional, o único interlocutor que tem semelhanças com a criança surda é a interprete.

O sujeito focalizado, Gu, é uma criança que nasceu ouvinte e aos 3 anos apresentou um quadro de meningite que deixou como seqüelas uma perda auditiva bilateral profunda, além de algumas alterações neurológicas em todo em céfalo, que limitaram o desenvolvimento de sua oralização e de habilidades para leitura orofacial. Ele não faz uso de prótese auditiva por opção própria. Por volta dos 6 anos, entrou em contato com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) por intermédio de sua fonoaudióloga, e mostrou boa aceitação e envolvimento no seu uso. A família também se interessou em aprender a Libras e o convício familiar alterou-se positivamente a partir do uso dessa língua.

O currículo escolar está preparado e pensado para crianças ouvintes, contemplando conteúdos pedagógicos amplos, envolvendo também música e arte. O ato de escutar musica e sentar em roda para cantar é um ritual comum entre ouvintes. O aluno surdo é chamado a participar, mas esse convite parece desconsiderar sua condição de “não ouvinte”. A interprete pede para que Gu coloque a mão sobre as caixas de som para sentir as vibrações e ele começa a fazer umas “batucadas”, e o aluno surdo comporta-se como um ouvinte que possui interprete e assume uma identidade de ouvinte.

A diferença deveria ser tratada com mais ousadia, sem medo de criar no aluno uma “imagem negativa”, já que a surdez é real e merece ser enfrentada. Em vez disso, o que se observa em muitos momentos são tentativas de torna-los ouvintes, buscando o apagamento da questão da diferença. Tornar o surdo ouvinte resolve aparentemente o problema da escola, pois, dessa forma, ela não precisa lidar com a diferença e com as dificuldades que esta acarreta.

A proposta de inclusão/inserção de alunos surdos está em curso. A questão de inclusão é significativa, justamente porque, como uma política oficial, tem sido vista positivamente por que a prega e se tem revelado como uma realidade mascarada para quem a vive, precisando urgentemente ser repensada.

A inclusão de crianças surdas desde as séries iniciais pode trazer conseqüências sérias para o processo de aprendizagem. A escola recebe a criança em um momento fundamental de sua constituição enquanto sujeito e seria importante o contato com outros surdos. Para uma criança em formação, essa situação criada em torno de uma ilusória inclusão pode ser bastante complexa e prejudicial.

È preciso que as políticas de inclusão abracem utopias e que a escola verdadeiramente encare os problemas de modo que os contemplo em sua totalidade. Dessa forma, a constituição dos sujeitos surdos poderá fluir a partir das relações surdos-surdos, surdos-ouvintes, criando possibilidades que incluam a condição cultural.