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Marianne
[Foto da atriz e cantora Taylor Momsen - pra quem não sabe]
Taylor Momsen é uma jovem americana de 17 anos e atua no seriado Gossip Girl como Jenny Humphrey, mas a minha admiração por ela não está nela como atriz e sim cantora, tem uma voz muito boa e uma estética invejável, uma estética fabulosa e como todo adolescente, tem seus altos e baixos de rebeldia. É cantora da banda The Pretty Rockless, que estou curtindo muito atualmente! Também adoro o figurino dela.
Uma das música que mais gosto entre tantas:
You don't want me, no
You don't need me
Like I want you, oh
Like I need you
And I want you in my life
And I need you in my life
You can't see me, no
Like I see you
I can't have you, no
Like you have me
And I want you in my life
And I need you in my life
Love, Love, Love
Love, Love, Love
You can't feel me, no
Like I feel you
I can't steal you, no
Like you stole me
And I want you in my life
And I need you in my life
Taylor Momsen é uma jovem americana de 17 anos e atua no seriado Gossip Girl como Jenny Humphrey, mas a minha admiração por ela não está nela como atriz e sim cantora, tem uma voz muito boa e uma estética invejável, uma estética fabulosa e como todo adolescente, tem seus altos e baixos de rebeldia. É cantora da banda The Pretty Rockless, que estou curtindo muito atualmente! Também adoro o figurino dela.
Uma das música que mais gosto entre tantas:
Música: You
by The Pretty Rockless
You don't want me, no
You don't need me
Like I want you, oh
Like I need you
And I want you in my life
And I need you in my life
You can't see me, no
Like I see you
I can't have you, no
Like you have me
And I want you in my life
And I need you in my life
Love, Love, Love
Love, Love, Love
You can't feel me, no
Like I feel you
I can't steal you, no
Like you stole me
And I want you in my life
And I need you in my life
Marianne
Música: Carne
Sejamos o lobo, o lobo do homem,
Nos diz contemporâneo Caetano.
Sejamos o lobo, o lobo do homem,
Nova-iorquino, paulistano... Carioca, Soteropolitano.
Os caducos manuscritos doutrinam: Os índios são antropófagos.
Novos jornais publicam: Os brancos matam a carne indígena.
Nós homens nus, nus na cama, deglutimos a carne humana.
Nós homens nus, nus na cama, deglutimos a carne humana.
Macho ou fêmea... Fêmea ou fêmea,
Macho ou macho..Rico ou pobre.
Deglutimos a carne humana... Deglutimos a carne humana.
A cama nova e velha mesa de jantar.
Pêlos e medos no ar, ao Deus dará.
Carne... Carne... Ossos, meus ódios, ossos.
Pêlos, Selos, zelos, pêlos.
Sejamos o lobo, o lobo do homem... o lobo do homem
***
Bom mestre, compositor, músico, filósofo e sobretudo amigo. Essa música ele tocou para nós, seus alunos de filosofia, no encerramento do semestre passado, uma música que me comoveu muito.
Para ouvi-la segue o site: http://www.nunogeraes.mus.br/
Marianne
Seria totalmente "estranho" se deixassem Tokio Hotel fora da trilha sonora do filme de Tim Burton. Gostei muito da música junto com Kerli Kõiv, vou deixar a letra aqui pra guardar essa época, já que vivo relendo as coisas que guardo aqui.
Tokio Hotel (feat.Kerli Kõiv)- Strange
[Bill]:
uma aberração da natureza
presa na realidade
eu não me adapto à imagem
eu não sou o que você queria que eu fosse
me desculpe
[Bill e Kerli]:
sob o radar
fora do sistema
pego no centro das atenções
essa é a minha existência
você quer que eu mude
mas tudo o que eu sinto é estranho
estranho
no seu mundo perfeito
tão estranho, estranho
eu me sinto tão absurdo nessa vida
não se aproxime
nos meus braços
para sempre você será estranha
estranha
[Kerli]:
você quer me consertar
me empurrar
pra dentro da sua fantasia
você tenta me pegar
me vender
sua personalidade
[Bill e Kerli]:
você tenta me deixar
eu não melhoro
o que está te fazendo feliz
está me deixando mais triste
na sua prisão dourada
tudo o que eu sinto é estranho
estranho
no seu mundo perfeito
tão estranho, estranho
eu me sinto tão absurdo nessa vida
não se aproxime
nos meus braços
para sempre você será estranha
estranha
como eu
estranho
quando você me toca
estranho
quando você me mata
estranho
Tudo o que sinto é estranho
[Bill]:
nos meus sonhos estaremos juntos
[Kerli]:
Estranho
Estranho
No seu mundo perfeito
[Bill e Kerli]:
Estranho
Eu sou tão estranho
Estranho
Eu sou tão estranho
Estranho
Estranho
No seu mundo perfeito
Tão estranho, estranho
Sinto-me tão absurdo nessa vida
Não aproxime-se (Mais devagar)
Nos meus braços
Você será sempre estranha
Estranha
Marianne
Confesso que não sou muito adepta de ficar na frente de uma televisão ou com a cara atrás de um jornal, pra me manter 100% atualizada. A mídia se tornou o foco de toda sociedade, pois a sociedade em si é foco da mídia, como se fosse um espelho refletindo a imagem da coisa em si. Mas a divulgação dos acontecimentos sempre está na ponta da língua do povo, é inevitável fugir da mídia como é inevitável fugir da sociedade. Não é muito da minha índole comentar um fato, erguer a bandeira, vestir a camisa e sair por ai revolucionando com um pensamento, além do mais, o que refleti sobre isso não é nada novo.
O que me deixou pasma foi a brincadeira das pulseiras de silicone. No meu tempo (frase de velha) essas pulseirinhas eram moda, era em meados do ano de 2004 á 2005, mas não tinha um pingo de intenção atrás disso, e se alguém estourasse uma, saia briga (afinal, pagávamos R$ 0,25 por cada) e não sexo ou estupro.
Ironias a parte. Eu pessoalmente, como planejo ser educadora, professora e mãe, não posso deixar passar como um fato qualquer isso, pois é absurdo ver os adolescentes se submeterem á uma simples tirinha de silicone no braço, a escolha do sim e do não está na consciência, seja com ou sem uma porcaria de pulseira no braço. Então surge a questão e a afirmação, eles têm apenas treze anos, como fazer com que eles tenham a consciência disso? A partir do momento que entende muito bem sobre sexo, pode ter certeza que entendem muito mais do que imaginamos, o problema maior é que tratamos os jovens como se fossem crianças de quatro anos, evitamos dar uma educação mais rigorosa em termos de consciência e responsabilidade, do que ver que atualmente a mente de um jovem funciona como a de um adulto. Até quando vamos fugir para a desculpa de que “é perigoso sobrecarregar o psicológico de uma criança” com uma educação mais firme, achando que isso pode causar frustrações futuras nelas? Poxa, elas já são frustradas, ou uma adolescente de 13 anos estuprada por quatro jovens não é frustração? Se isso não frustra os jovens, eu fico frustrada por eles então!
O ruim é que na adolescência todos caminham onde a “massa” caminha, se a maioria fizer uso de tal acessório, o individuo também começa a fazer uso, ainda mais quando colocam uma intenção atrás do uso. Não que no mundo adulto seja muito diferente, mas a noção de causa e consequência é bem clara. O adolescente busca sempre ser o centro das atenções, penso que ao consumir a pulseira com uma intenção, ainda mais quando essa intenção envolve inúmeros fatores, sendo eles a estética e o sexual, torna-se um meio de “testar” essas atenções, pois o valor nessa idade está no “quão desejado você é”.
Proibir a venda do acessório não é a solução, pois a intenção permanece, os adolescentes são criativos demais, ainda mais quando se diz respeito aquilo tudo que eles aprendem que é proibido. Anula aqui - eles inventam outra ali.
A educação da sociedade atual se dirige tanto ao capitalismo que se esquece de dirigir o indivíduo á consciência de suas ações, é sempre mais fácil por a culpa em algo como um pedaço de plástico, do que assumir que há uma imensa lacuna na educação que deixa passar inúmeros acontecimentos que prejudica o indivíduo, refletindo que, a sociedade é feita pela soma desses indivíduos, então até onde essa sociedade irá caminhar com um bando de indivíduos que pensam pela massa e não por si mesmo? - Isso já nos leva a uma outra reflexão sobre massa e indivíduo.
Nos tempos não tão antigos assim, se alguém chegasse e falasse “quero te comer”, era um desrespeito moral e ético, agora isso virou sinônimo de elogio. Então, como atuar em uma sociedade em que o sexo sem responsabilidade já começa na infância? Ou tornamos nossas crianças conscientes das causas e conseqüências, ou sentamos em nosso sofá, ligamos nossa TV e ficamos assistindo o índice de impudor ao menor aumentando, seja dele mesmo ou de outrem.
Enfim, voltamos ao ditado que nossos pais sempre falavam “as brincadeiras acabam em brigas!”. Mas eu acredito que através da educação é possível diminuir essa lacuna que há na sociedade brasileira e nela própria como já mencionei, e digo sociedade brasileira porque temos que cuidar primeiro do nosso espaço, pra depois querer cuidar do espaço dos outros (dá-lhe Obama!). Logo, logo aparece mais uma “novidade assustadora” em nossos meio de comunicação.


