Marianne

Era sóbrio como uma raposa
Deixava os dedos correr entre o loiro campo de trigo
Saiu da toca e no seu carecer encontrou quem sempre se perdia
No seu silêncio ouviu o seu maior barulho
Não sabia que o campo tinha febre de orgulho
Raposa não notou que se tratou de uma princesa cadente – decadente!
Abandonou o seu corpo no deserto para encontrar o seu mundo
Caiu em um abismo que parecia sem fundo!
Seguiu os conselhos da serpente dourada
Que era fina como um dedo, mas muito mais poderosa que o dedo de um Rei!
Serpente? No meu mundo isso se chama traição...
Serpente separou a presença que unia o corpo com a Terra
Mas não separou a essência que unia os corações
Então viu que uma mente tão pequena guarda um mundo tão grande
Que cabem alguns vulcões, uma rosa, um carneiro e uma paixão...
UMA paixão, mais coisas ali seria forçada a novamente partir de seu planeta!

"Amarrar? Que idéia mais estranha" - Falou o Pequeno Príncipe...


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